gazetaOra muito boa tardinha, meus caros leitores.

Acabou de ser enviado pelo besidróglio, desde o quarto andar onde está (muito bem) instalado o Departamento de Marketing e a Redacção, o novo número da Gazeta do Ciclista, provavelmente o último do ano. Isto é como o velhinho jornal escolar do primo da Ida: “Sai quando sai, se sair”.

Esta edição não foge muito ao que temos publicado por aqui, com destaque para bicicletas bonitas e boas como a da Diana e do Rodolfo ou a inevitável Brompton. Tem que haver sempre uma por edição, certo?

Claro que também há coisaa que nos enchem de orgulho, como a história recente (mas que tem criado muito entusiasmo por essa Internet fora) da Tânia e da sua nova Cargo Bike.

Os produtos em destaque, prendinhas de Natal perfeitas, são as coisas lindas da Klean Kanteen e as luvas clássicas da Veeka.

A Gazeta encerra com o destaque da oficina, neste caso uma das últimas Bianchi em que estivemos a trabalhar, e com a agora habitual divulgação dos pequenos negócios que vão abrindo perto das nossas Megastores.

Um abraço desde o quarto-andar,

A editora.

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Se ainda não és subscritor da Gazeta do Ciclista, então podes passar a sê-lo seguindo este link.

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Sorry folks, no English this time. The post is about our newsletter, only published in Portuguese. 

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Este é o Nuno, a sair da Megastore do MMM com uma das mais míticas bicicletas do nosso catálogo, a Pashley Guv’nor.

A Guv’nor é uma reinterpretação de um dos modelos mais antigos da Pashley, a Path Racer dos anos 30. O modelo foi actualizado para satisfazer as necessidades do ciclista moderno, mantendo contudo elementos tradicionais como o quadro com uma geometria desportiva clássica, feito com tubagem Reynolds 531 e o guiador North Road.”

Vai parar o trânsito, portanto.

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This is Nuno and his new Guv’nor, one of the most eye catching models in the Pashley Range.

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A Tânia chegou à Velo Culture com uma ideia muito concreta. Queria uma cargo para utilizar no dia-a-dia e transportar três crianças, uma de sete anos, outra de quatro e um bebé.

Os mitos de Lisboa não a assustam, porque todas as cidades são cicláveis, bastando saber por onde ir. É isto que andamos a dizer há anos.

A escolha foi uma Bakfiets Cargo Trike em azul, provavelmente a nossa cor preferida. A bicicleta, à semelhança desta aqui, foi montada com transmissão Shimano Nexus de 8 velocidades. Teve ainda direito a alguns extras, como a cobertura, forros para os bancos, suporte para cadeira de criança Bobike e a respectiva cadeira.

Depois de sair da loja, a Tânia enviou-nos uma mensagem que se resume da seguinte forma:

“Ontem a ida para casa correu muito bem, a bicicleta comporta-se lindamente em piso sem buracos (nós já chamamos ao piso com buracos o “Mar das Berlengas”!). Subir a Av. da Liberdade, a Fontes Pereira de Melo e a Av. da República, fez-se muito bem, oxalá acabem as obras nas ciclovias brevemente! As miúdas adoraram!”

e ainda…

“Hoje de manhã tinha uma amiga stressada. Dei-lhe boleia na bicicleta e ela no final disse que já não estava nada stressada, eheh!”

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This is Tânia and her new Bakfiets. She will commute in Lisbon with her children (seven and four years old and a toddler). 

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“Temos uma grande preocupação com um consumo mais lento e consciente e os nossos clientes são normalmente pessoas que compram menos, mas compram melhor. Apostamos tudo em “pequenas grandes marcas” que partilham os nossos princípios de produção e ética: empresas geralmente independentes, com manufactura de pequena escala com preocupações ambientais e sociais, que fazem produtos de grande valor acrescentado, feitos para durar e com uma estética soberba.”

Se há coisa que se possa chamar de “bromance” entre negócios então é esse o estado da nossa situação com a malta do Manifesto e da Nomad. Nada que vocês não soubessem.

Foi por isso mesmo que nos enchemos de orgulho para entregar o depoimento do Velho Lau para o novo blogue do Manifesto, explicando porque é a Velo Culture é a Velo Culture e porque é que, ao contrário do que nos garantiram em 2011, vir para este lado da Cidade foi uma excelente ideia.

Podem ler aqui.

Nota: a foto lá em cima é da nossa Titan #5, fotografada com o Wanderlust Coffee Lab do Manifesto como pano de fundo.

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Our friends from Manifesto just published a post where we had the opportunity to explain what we do and why it was a good idea to move to this part of town.

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O Tiago é cara conhecida cá da casa e já levava duas bicicletas bonitas no curriculum (a Motoconfort laranja e a Kuwahara), quando trouxe mais um quadro à Megastore do Palácio.

Desta vez, optou por uma montagem fixed gear, com um misto de peças dele e outras compradas aqui aos vossos duendes.

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This is Tiago and his new fixed gear.

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O Marco veio à Megastore do Palácio apanhar a sua nova Capri Berlin azul, na sua versão equipada com um selim Brooks B17, a bicicleta perfeita para o seu dia-a-dia a pedalar em Braga.

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This is Marco and his new Capri Berlin.

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Esta estradeira Bianchi ficou pronta esta semana. Já falámos desta bicicleta quando começámos os trabalhos e o resultado superou as expectativas.

Pintamos e replicamos os grafismos tal e qual os que existiam na bicicleta quando aqui chegou, mas confessamos que ficámos um pouco intrigados com os logos, pois não tínhamos ainda visto uns com esta tipografia.

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A lista de supermercado foi a seguinte:

  • Rodas com aros Chrina, cubos Exceltoo, pneus Michelin Dynamic Classic
  • Transmissão com pedaleiro Electra Ticino, pedais RHS Touring, desviadores Campagnolo Campagnolo de origem e roda livre Sunrace
  • Cockpit com avanço BLB, guiador Cinelli de stock antigo, fitas brancas Deda e as manetes de origem
  • Selim genérico branco

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We recently finished this vintage racer. We repainted the frame respecting the existing graphics (we talked about it before) , but must confess that we got a bit intrigued with the Bianchi typography. Want to know what we did with the bike? Come on, practice a bit your Portuguese and try to figure out whats on the list above.

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Ontem contámos a “Hygge Crisis” que por cá se viveu, a propósito do frio que se tem feito sentir com particular intensidade no Grande Quartel General dos Duendes da Velo Culture. Foi por isso que a Liv, ao abrir o ficheiro com a fotografia do Nuno em manga curta, sentiu um arrepio e desatou logo a pingar do nariz.

O curioso é que a fotografia tem poucas semanas. Também é curioso haver quem diga que o aquecimento global é coisa inventada pelos chineses. E ainda mais curioso haver pelo menos 62.2 milhões de pessoas dispostas a acreditar nisso.

O Nuno veio para Lisboa há pouco tempo e a cidade rapidamente lhe atirou todo o poder do caos automobilístico à cara. Não, o trânsito não é para ele e vá lá, a cidade não é assim tão grande nem tão complicada para se pedalar. A decisão foi tomada e a escolha foi a incontornável Capri Berlin.

O ambiente agradece, a cidade também.

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This is Nuno and his new Capri Berlin. The picture was taken few weeks ago and today is freezing cold. No, nothing related with global warming, that’s a myth. 

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A Ida não quer saber. Não quer saber que o Hygge dinamarquês não passe de um exagero de bloggers hipsters a tecer loas a um estilo de vida minimalista e contemplativo e nostálgicos não se sabe muito bem de quê. É que o Hygge é mesmo uma coisa que lhe assiste. Assiste-lhe a ela e assiste à generalidade dos duendes ao serviço nos diversos departamentos espalhados pelos múltiplos pisos do Grande Quartel General dos duendes da Velo Culture.  E foi por isso que se gerou uma grande confusão.*

A história começa assim. Há uma semana atrás, com um olho na estação meteorológica instalada no heliporto e outro nos quadradinhos no monitor, um para cada site de referência destas coisas do tempo,  a Ida não se deixou enganar pelo calorzinho que até puxava manguinha curta a determinadas horas do dia. Ela percebe disto do frio e tratou de fazer um bom stock de chá de menta e de levar um carregamento de lenha para o quarto andar do QG, onde está instalado o nosso famoso Departamento de Marketing. Aproveitou para abençoar as Klean Kanteen Insulate que tinha também trazido para cima, uma para cada uma das dinamarquesas.

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Hoje, quando estava confortavelmente a editar estas fotografias debaixo de uma mantinha, com o seu chá na mão e o calor da Salamandra a alourar ainda mais os seus caracóis, deu por si a ampliar todos os pormenores da bicicleta. Pensou que a queria ver ao vivo e começou a ficar obcecada com a ideia de isso não acontecer. Foi assim que começou a crise.

Telefonou para a sub-cave e pediu ao duende de serviço na oficina o favor de lhe trazer a bicicleta para cima. Acontece que o duende também é agarrado ao seu quentinho e tinha planeado passar a tarde a sacar eixos pedaleiros ferrugentos ao calor, estando com pouca vontade de subir ao quarto andar, porque tinha que passar pelo corredor gelado do átrio. Disse que não, que já tinha levado a bicicleta para o MMM para a fotografarem e que podiam ter aproveitado para a levar para cima nessa altura.

A coisa resolveu-se, como sempre, com negociação e com a promessa de uma semana de cafés do Manifesto, cujos superpoderes garantem sete dias seguidinhos de Hygge. O duende lá calçou as botas de pele seleira forradas a pêlo de foca, fornecidas pelo incontornável Gonçalo dos sapatos daqui da porta ao lado, para ser fazer ao frio.

Agora vamos ao que interessa?

A bicicleta é francesa. Fácil de perceber, porque a marca é “France”. É a segunda que por cá passa nas últimas semanas (a primeira foi a da Rita), mas a da Rita está identificada por “La France”. Esta vai directa ao assunto, omitindo o “La”.

Chegou cá Randonneuse, com guiador de estrada, cantilevers e mudanças de desviador e pôs-se uma super-commuter 650b, com guiador urbano e mudanças e travão traseiro de cubo.

A listinha de supermercado?

  • Transmissão com pedaleiro Pista Vera, eixo pedaleiro novo, cubo de três velocidades Sturmey Archer (com travão) e corrente nova
  • Rodas com aros 650b, cubo frontal selado, raios de inox, pneus Continental TourRide e guarda-lamas Velo Orange Zeppelin
  • Cockpit com avanço Velo Orange Grand Cru , campainha dourada Velo Orange, guiador Velo Orange Milano, fitas de guiador clássicas BLB, porta-garrafas Velo Orange Retro Cage, manetes de travão da Dia-Compe
  • Selim Brooks B17

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* Não gostaram das frases e parágrafos longos? Não sabemos porquê, mas isto tem dado ao pessoal ao serviço na máquina de escrever desde que os Estados Unidos fizeram a proeza de eleger uma pessoa que não diz mais do que quatro palavras por frase, como esta aqui em baixo.

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Sorry folks, no translation this time!

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Esta Bombtrack Arise é seguramente uma das bicicletas mais extraordinárias que por cá passou. O Joaquin que nos desculpe, mas este é um dos raros casos em que damos mais destaque à bicicleta do que ao ciclista!

“A Arise é o canivete suíço das bicicletas e uma máquina pensada numa utilização diversificada, seja nas ruas, seja nos trilhos. Partindo de uma base single-speed, a bicicleta pode ser convertida com um grupo completo. O drop-out móvel permite jogar com o comprimento das escoras, aumentando a distância entre eixos e o conforto da bicicleta.”

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É isto que podem ler na descrição que preparámos para a página do nosso site dedicada a este modelo. Para já, a bicicleta foi embora na sua configuração original, mas estão prometidos upgrades na transmissão muito interessantes, que iremos mostrar mais tarde.

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“The Arise is a genuine ‘Swiss Army Knife’ built with versatility in mind from the ground up. Keep it single speed or convert it with a full group-set like the Rad Pack did on their gravel Tour d’Iceland. Thanks to a sliding dropout the chain stay lengths can be varied for different kinds of riding, a little longer for a more comfortable touring set up, or shorter for a more playful and nimble feel.”

Well, it seems that Joaquin got such an extraordinary ride.

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