Pedro

February 25, 2015 in Pelago

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Já há muito tempo que o Pedro andava de olho na Pelago Bristol, a sua bicicleta de cidade de sonho. Tanto deve ter falado nela em casa que, um dia, sem ele contar, alguém lhe ofereceu uma.

Esta bicicleta tem o propósito de tornar muito mais  interessantes as deslocações do Pedro entre a Boavista, onde vive e o Lexo Coworking, no centro de Matosinhos, onde tem montada a sua base profissional. É que, até agora, o Pedro tinha duas opções e nenhuma delas o deixava satisfeito. Uma delas sendo uma bicicleta de cidade da qual gosta só assim assim e a outra uma single-speed já conhecida dos nossos leitores, que esteticamente lhe enche as medidas, mas que é muito menos prática para o regresso a casa sempre a subir.

Primeiro dia no emprego

February 25, 2015 in Loja, Matosinhos

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E tu, lembras-te do que fizeste no primeiro dia de trabalho? O Capitão, até ver, está a gostar do desafio.

Equipa

February 24, 2015 in Pelago

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As Pelago chegaram com uma missão simples. Levar o ciclismo nas nossas cidades para um patamar diferente.

Ora bem, ao dizermos que estas meninas têm uma estética irrepreensível, discreta e elegante, gritando qualidade em todas as curvas e pormenores estamos a ser melosos? Estamos sim senhor, mas acontece que esta é uma das mais elementares ciclo-verdades.

É uma equipa vencedora e a Pelago já começa a merecer um capítulo só dela no Grande Livro de Joaquim, o texto fundamental destes vossos duendes que muito vos estimam.

João

February 23, 2015 in Matosinhos

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Foi o João quem ficou com a Meral, um dos mais recentes capítulos do Grande Livro das Usadas Espectaculares.

A bicicleta precisou apenas de um ou outro ajuste, como o novo par de sapatos Schwalbe Delta Cruiser 700x28c, pneus mais apropriados para um dia-a-dia no centro do Porto do que os 700x20c de origem.

Blue Birdie

February 21, 2015 in Bobbin

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Uma Bobbin Birdie azul e um dos nossos cestos Saber Fazer. É preciso dizer mais alguma coisa?

Fuji Gran Tourer SE

February 20, 2015 in Restauros e customs

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Há duas coisas pelas quais o Homem sem um nome com três letras é conhecido:

  1. Por não ter um nome com três letras
  2. Por ser apanhadinho por bicicletas de touring clássicas

Esta Fuji, que pouco mais era do que um quadro ferrugento, aterrou um destes dias na Megastore do MMM a caminho do nosso palácio das usadas espectaculares. A sua geometria e tamanho fizeram logo o nosso duende ter suores frios, e por isso, zás, ele não a deixou passar.

Ora portantos, a Gran Tourer SE nunca foi uma Fuji de topo, mas o essencial estava lá. Para o duende a açambarcar, importaram pormenores como o quadro com tubos CrMo, baixo, mas longo; tolerância para pneus que se vejam; furações para guarda-lamas e porta-cargas; um guiador Nitto; uma boa dose de carisma.

Como só nos chegou o quadro e algumas das peças, foi necessário fazer uma lista de supermercado para pôr esta menina a andar:

Marilena Cycles

February 20, 2015 in Restauros e customs

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Na semana passada terminámos este trabalho: a renovação da pasteleira do Richard.

A lista de supermercado foi a seguinte:

Entrevista – Manuel Miranda

February 18, 2015 in Duendes na Estrada

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A Randonneurs Mondiaux é uma organização criada em 1983 com o objectivo de promover, encorajar e premiar os esforços dos ciclistas que gostam de testar os seus limites combinando a exigência do ciclismo de fundo com os prazeres do cicloturismo.

Esta grande comunidade internacional de ciclistas é regida por um espírito de superação, não competitivo, preocupando-se com a autonomia e com a segurança na estrada.

Segundo a página dos Randonneurs Portugal, um randonneur é um cicloturista que, em autonomia total, percorre longas distâncias de bicicleta. É um ultra-ciclista não competitivo.

Os Randonneurs Portugal são responsáveis pela organização no nosso País dos Brevet Randonneurs Mondiaux, eventos não competitivos com um percurso pré-definido de 200, 300, 400, 600 ou 1000 Km (sim, 1000).

Com apenas dois prémios únicos e iguais para todos no final, sendo um deles o carimbo no seu brevet homologando a distância percorrida, e o outro a satisfação de mais um desafio superado, o randonneur sabe, à partida de um evento, o seguinte:

  • Que está por sua conta e risco
  • Que participa individualmente, podendo, contudo, circular em grupo
  • Que vai em autonomia total
  • Que não vai ter assistência da organização no percurso para além dos postos de controlo
  • Que no percurso não pode ter ajuda de ninguém, à excepção dos outros participantes

O calendário para 2015 pode ser consultado aqui. As questões mais importantes são respondidas aqui.

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A propósito do evento do BRM Alto Minho, que se vai realizar no próximo dia 7 de Março, entrevistámos para a Gazeta do Ciclista o Manuel Miranda, umas das pessoas que dá a cara pela organização dos Randonneurs Portugal no Norte do País.

Ora então Manuel, em meia dúzia de palavras, conta-nos quem tu és.

Tenho 51 anos, sou técnico de informática e gosto de atividade física, sobretudo se incluir a componente de aventura e superação. Este gosto levou-me ao BTT, nos anos 90, época em que se viviam os primeiros tempos da modalidade em Portugal.

Já nessa altura, com bicicletas e acessórios muito simples, vão surgindo as primeiras maratonas, travessias e Caminhos de Santiago, onde a minha opção era sempre a distância mais longa.

Como te envolveste nisto dos Randonneurs Mondiaux?

Das travessias fora de estrada para as viagens por estrada, com bicicleta adequada, foi um percurso natural e uma aprendizagem constante. Foram sendo várias as fontes de informação, como as revistas (que saudades da BikeMagazine nº 1), artigos, crónicas e blogues.

Aí comecei a acompanhar os blogues “Portugal na Vertical” e “A Dinâmica do Pedal”, onde estava patente um desafio de longa distância com data e local marcado. No dia da saída, eu e o meu amigo José Ferreira, comparecemos no local previsto para conhecermos pessoalmente os heróis da façanha. Eram o Pedro Alves (actual presidente da Associação Randonneurs de Portugal) e Albano Simões, que se preparavam para sair de Viana do Castelo de bicicleta com destino a Sagres, em autonomia.

Mantivemos o contacto e daqui saíram os sócios fundadores da referida associação, filiada na Associação Les Randonneurs Mondiaux, que representa em Portugal o Audax Club Parisien e tem por missão a organização de BRM – Brevets Randonneurs Mondiaux.

Qual a tua melhor memória de um evento? Qual foi aquela sensação que esperas voltar a repetir?

Uma memória que mantenho bastante presente é a do meu primeiro BRM Alqueva 400, em 2011.

Este BRM tem a singularidade de, em condições normais, chegar ao grande lago no nascer do dia, sensivelmente com 1/3 dos km percorridos… Eu, a bicicleta, um dia a iniciar-se e a ideia de um pequeno-almoço quentinho que quebre a frescura da madrugada, lá para os lados de Mourão.

O que fiquei com vontade de repetir, não consigo identificar, talvez por isso, tenho participado nesse mesmo brevet todos os anos.

Quem é o Randonneur típico?

É alguém que usa a bicicleta de forma natural, em lazer ou no dia-a-dia. É alguém que gosta de pedalar para longe, embora sem se preocupar muito com o relógio, gosta de planear a viagem e não precisa de estar em grande forma física para o fazer.

Tendencialmente são participantes de meia-idade, com alguma experiencia e que se identificam com eventos não competitivos como os Brevets Randonneurs Mondiaux e dão importância a diversos detalhes da sua bicicleta, onde a autonomia, a fiabilidade e durabilidade dos componentes são essenciais.

Como descreverias o calendário nacional para 2015? Que tipos de desafios esperam os nossos Randonneurs?

É um calendário típico de um país da nossa dimensão, com uma comunidade relativamente pequena de randonneurs. Este ano está focado no Paris – Brest – Paris de Agosto (1200 km) e globalmente temos uma série completa com opções diferentes nos BRM de 200 e 300 km.

E no dia 7 de Março, com o que é que podemos contar?

É a distância mais curta na série de brevets, o primeiro do ano aqui no norte, ideal para iniciar a temporada.

É um dia de bicicleta pelo intenso verde do Minho, com início no concelho de Esposende, cruza o centro das vilas de Ponte de Lima, Ponte da Barca, Arcos de Valdevez, Monção, Valença e Caminha, escoltando os rios Lima, Vez, Minho e Coura. Apresenta algum acumulado de altimetria mas, feito com calma, é perfeitamente abordável por ciclistas de média mas consistente preparação. A paisagem variada é perfeita para experimentar uma longa distância.

Se um dos nossos leitores se sentir tentado a participar, que cuidados deve ter e que regras deve respeitar?

Esta seria uma reposta grande e por isso a forma mais fácil de responder é recomendar o sítio dos Randonneurs Portugal. Resumidamente, o leitor terá de pedir a associação aos Randonneurs Portugal, uma vez que os BRM não são promovidos para o público em geral, ter um seguro de acidentes pessoais e responsabilidade civil e claro, conhecer de cor e comprometer-se a respeitar o regulamento internacional dos Brevets Radonneurs Mondiaux.

Agora mudando ligeiramente de assunto. Sabes que gostamos muito de bicicletas e que é por isso que cá estamos. Quando cá vens não deixamos de olhar com uma certa gula para a tua bicicleta. Sem entrar em grandes pormenores ‘comerciais’, explica ao pessoal a máquina com que andas e o porquê das opções técnicas que fizeste.

É apenas uma bicicleta confortável com um quadro em titânio, fora de moda cá em Portugal. O resto são rodas com raios “normais”, também fora de moda, para tentar não ficar algures empenado, um porta-cargas para levar o necessário para ir para longe e mais algumas excentricidades de randonneur.

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Créditos fotográficos:

Rui

February 16, 2015 in Bobbin, Kryptonite

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O Rui veio à Megastore do MMM buscar a sua nova Daytripper, a Bobbin preferida dos nossos clientes.

Já a pensar na segurança e num dia-a-dia a pedal, a bicleta foi equipada com um kit de iluminação clássico. Na mão, o Rui leva um Kryptonite, a melhor coisa à prova de bandidos que existe, que isto de se comprar uma bicicleta bonita exige  que se zele pela propriedade.

Brooks MT10 e MT21

February 16, 2015 in Brooks

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Mais de 700 membros da comunidade Brooks colaboraram na criação do MT21, um set de ferramentas a pensar nos viajantes e no ciclismo de longa distância.

Neste “canivete suíço” cabe tudo, desde as chaves Allen de 2 a 8mm, passando pelas Phillips e de estrela, chave de raios, chave de elos, uma navalha, ou a muito brooksiana chave de selim.

O bónus chega na forma de um abre-cápsulas, fundamental quando tudo o resto falha.

A marca disponibiliza também o MT10, a versão simplificada do MT21.